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domingo, 30 de junho de 2013

Oi, amigos.

A dica de hoje é sobre a variedade de tomate que existe no mercado. São oito tipos e cada um tem sua utilidade na cozinha, seja para o molho, para a salada, etc.

O tomate é um fruto avermelhado rico em licopeno (antioxidante cancerígeno) que ajuda na prevenção do câncer de próstata, combate os radicais livres produzidos pelo nosso corpo em atividades físicas, pelo fumo, excesso de sol, poluição e estresse. A única exceção do tomate é para a pessoa com problemas nos rins devido ao excesso de carbonato de cálcio.

Além do formato diferenciado, o tomate também pode variar de cor. É mais fácil encontrá-lo na cor vermelha, contudo novos tipos de tomate podem ser encontrados na cor rosada, amarela e laranja. No Brasil, os dois últimos são mais difíceis de serem encontrados.

No nosso país, são consumidos mais os tipos italiano, carmen, cereja e caqui.

Vocês sabem qual tomate certo para cada receita? Então, peguem papel e caneta e aproveitem as dicas.




Carmen


Também conhecido como Longa Vida devido aos genes que fazem com que o fruto dure por muito tempo. É facilmente encontrado no mercado, Além disso, é muito utilizado em saladas, Possui coloração vermelho-amarelada, fruto firme, redondo-achatado, pesando de 150 g a 250 g.






Débora


Esse tipo de tomate é o muito indicado para mohos e tomates secos. Tem como característica a consistência firme e longa durabilidade. Devido a isso é classificado como Longa Vida Estrutural. Tem peso variando entre 120 g a 200 g.







Momotaro

É excelente para ser consumido cru, principalmente em saladas. Possui consistência mole, coloração rosada e apresenta vários gomos. Além disso, tem leve sabor adocicado, sendo considerado tomate gourmet. Devido a sua produção ser limitada, seu preço é mais elevado em relação aos outros tipos.





Caqui

Assim como o tomate Carmen é ótimo para saladas e sanduíches. Tem um sabor mais forte e coloração bem avermelhada. Esse fruto é de consistência mole e pode pesar até 500 g.





Holandês

É comercializado em cachos ou pencas. Por ser raro, seu preço é bem elevado. A sua característica é ser redondo e achatado nas extremidades superior e inferior, cor vermelha e alaranjada. Quando estão bem verdes é sinal de estarem frescos. É ideal para saladas e receitas quentes que tenham o tomate como ingrediente.



Italiano

Quando maduro é excelente para molhos caseiros e tomate seco, mas também pode ser consumido cru. Ele tem apenas três gomos, longo e chega a ter 10 cm de comprimento. Algumas das variedades mais comuns deste grupo são o Pizzadoro, o San Vito e o Giuliana.







Sweet Grape

É uma variação do tomate cereja que vem agradando muito os brasileiros. O fruto se assemelha a uma uva e contém sabor mais adocicado. É consumido ao natural, sozinho ou em saladas e pratos frios. Contudo é mais caro por ser recente no mercado nacional.








Cereja

O diferencial deste tomate é o sabor que é bem adocicado, pequeno, leve, pesando em média 12 g. É muito utilizado em saladas e aperitivos, sendo consumido ao natural. Com seu aspecto bonito é muito apreciado para decoração de pratos.



Agora, corram para o mercado e preparem as receitas com os tomates certos.

Beijocas.
17:50 Unknown
Oi, amigos.

A dica de hoje é sobre a variedade de tomate que existe no mercado. São oito tipos e cada um tem sua utilidade na cozinha, seja para o molho, para a salada, etc.

O tomate é um fruto avermelhado rico em licopeno (antioxidante cancerígeno) que ajuda na prevenção do câncer de próstata, combate os radicais livres produzidos pelo nosso corpo em atividades físicas, pelo fumo, excesso de sol, poluição e estresse. A única exceção do tomate é para a pessoa com problemas nos rins devido ao excesso de carbonato de cálcio.

Além do formato diferenciado, o tomate também pode variar de cor. É mais fácil encontrá-lo na cor vermelha, contudo novos tipos de tomate podem ser encontrados na cor rosada, amarela e laranja. No Brasil, os dois últimos são mais difíceis de serem encontrados.

No nosso país, são consumidos mais os tipos italiano, carmen, cereja e caqui.

Vocês sabem qual tomate certo para cada receita? Então, peguem papel e caneta e aproveitem as dicas.




Carmen


Também conhecido como Longa Vida devido aos genes que fazem com que o fruto dure por muito tempo. É facilmente encontrado no mercado, Além disso, é muito utilizado em saladas, Possui coloração vermelho-amarelada, fruto firme, redondo-achatado, pesando de 150 g a 250 g.






Débora


Esse tipo de tomate é o muito indicado para mohos e tomates secos. Tem como característica a consistência firme e longa durabilidade. Devido a isso é classificado como Longa Vida Estrutural. Tem peso variando entre 120 g a 200 g.







Momotaro

É excelente para ser consumido cru, principalmente em saladas. Possui consistência mole, coloração rosada e apresenta vários gomos. Além disso, tem leve sabor adocicado, sendo considerado tomate gourmet. Devido a sua produção ser limitada, seu preço é mais elevado em relação aos outros tipos.





Caqui

Assim como o tomate Carmen é ótimo para saladas e sanduíches. Tem um sabor mais forte e coloração bem avermelhada. Esse fruto é de consistência mole e pode pesar até 500 g.





Holandês

É comercializado em cachos ou pencas. Por ser raro, seu preço é bem elevado. A sua característica é ser redondo e achatado nas extremidades superior e inferior, cor vermelha e alaranjada. Quando estão bem verdes é sinal de estarem frescos. É ideal para saladas e receitas quentes que tenham o tomate como ingrediente.



Italiano

Quando maduro é excelente para molhos caseiros e tomate seco, mas também pode ser consumido cru. Ele tem apenas três gomos, longo e chega a ter 10 cm de comprimento. Algumas das variedades mais comuns deste grupo são o Pizzadoro, o San Vito e o Giuliana.







Sweet Grape

É uma variação do tomate cereja que vem agradando muito os brasileiros. O fruto se assemelha a uma uva e contém sabor mais adocicado. É consumido ao natural, sozinho ou em saladas e pratos frios. Contudo é mais caro por ser recente no mercado nacional.








Cereja

O diferencial deste tomate é o sabor que é bem adocicado, pequeno, leve, pesando em média 12 g. É muito utilizado em saladas e aperitivos, sendo consumido ao natural. Com seu aspecto bonito é muito apreciado para decoração de pratos.



Agora, corram para o mercado e preparem as receitas com os tomates certos.

Beijocas.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Oi, amigos.

Hoje, vamos falar sobre cada tipo de carne e quando deve ser utilizada.
Ás vezes a gente fica perdido com tanto tipo e não sabe que carne usar para fazer bife, assados, rosbifes e etc.
Nós mesmas já tivemos várias vezes essa dificuldade, o que é muito comum.
Por isso para facilitar o dia-a-dia nada melhor do que uma lista com as indicações mais adequadas e apetitosas para as variadas carnes.

  • Lagarto: parte da coxa do boi, de fibras longas. Utilizada para assados, rosbifes e ensopados de panela. No caso de assados pode rechear com cenoura ou linguiça dando mais sabor. Já cru e cortado em fatias finíssimas se transforma no famoso carpaccio.
  • Coxão duro: músculo grande, um pouco fibroso. Indicado para sopas, caldos, cozidos e ensopados ou para moer.
  • Coxão mole: músculo do interior da perna, arredondado, com fibras curtas e de consistência macia. Bom para assados, refogados e bifes enrolados.
  • Patinho: é localizada na parte inferior do boi. Indicado para assados, cozidos de panela, bolos de carne e almôndegas.
  • Alcatra: uma das carnes mais apreciadas. Tem a forma alongada e fibras semelhantes às do coxão mole. Usada principalmente para bifes, mas também é boa para assados, refogados e picadinhos.
  • Contrafilé: carne macia, de forma arredonda e com capa de gordura. Indicada para bifes, rosbifes, assados e picadinhos.
  • Filé mignon: localizado ao longo do dorso do animal. Muito macio. É ótimo para bifes, rosbifes e picadinhos.
  • Fraldinha: é a parede de carne que forra o abdômen, corte pequeno e de fibras longas. Menos macia vai bem em assados de panela e ensopados.
  • Acém: é a carne do lombo do boi e possui pedaço macio. Adequado para bifes de panela e ensopados.
  • Maminha: muito macia e suculenta. É recomendada para assar, grelhar ou fazer bifes.
  • Músculo: também chamado ossobuco quando vem acompanhado de osso. Boa opção para o preparo de sopas e caldos de carne e cozidos. 
  • Cupim: é localizado na corcova do boi-zebu. Contém fibras e gordura que se entrelaçam. Com um tempo longo de cozimento é muito usado em churrasco.
  • Picanha: localizada no traseiro, a carne possui uma manta de gordura que a cobre por inteiro, e que não deve ser tirada para assar. Já a parte de baixo é coberta por uma nervura prateada, em quase toda a sua extensão, e que deve ser retirada antes de a carne ir ao fogo. Pode ser assada no espeto ou na grelha e servida em bifes cortados.
  • Peito: está localizado na parte dianteira do boi. Devido a sua espessura, largura e formato é considerada a melhor parte do boi para preparar de forma enrolada com recheio. É utilizada em cozidos com longo tempo de cozimento e assados. Pode ser usado também como um tipo de frio temperado e em fatias finíssimas conhecido como pastrame. Dá origem também ao puchero, cozido tradicional na Argentina.
  • Rabo: possui diversos ossos recobertos com carne gordurosa. É muito utilizado em ensopados e carnes de panela, porém com cozimento longo. Além disso, é usado para fazer a rabada que é preparada com pedaços do rabo.
  • Pescoço: é a continuação do peito com fibras bem irrigadas de gordura. Ideal para ensopados, cozidos e picadinhos, mas exige longo tempo de cozimento.
  • Costela ou ponta de agulha: é uma carne fibrosa, cercada de osso e gordura. Devido a sua fibrosidade requer preparo lento podendo chegar a 12 horas no bafo da churrasqueira. É apropriada tanto para cozidos como para assados. 
  • Filé de bisteca: é a peça final da bisteca do contrafilé. Geralmente utilizado em cozidos e refogados, mas com cozimento longo.
  • Capa de filé: com espessa camada de gordura e grossa cartilagem que divide a peça. Muito usado em pratos com molho, ensopados e picadinhos.
  • Paleta e miolo de panela: a paleta é derivada da parte dianteira do boi e própria para cozidos, assados de panela e picadinhos. Já o miolo por ser mais macio e suculento é ótimo para assados.
  • Braço ou pá: é uma carne que demora para cozinhar. Possui gordura e mais músculo que o acém. É dividido em três partes: o miolo do braço, a parte central e o peixinho ou lagartinho-de-pá. São ideais para moer, fazer cozidos, assados, molhos e ensopados.
  • Aba do filé: Devido a quantidade de nervos é pouca utilizada, sendo mais encontrada na forma moída.  
  • Bisteca ou chuleta: é uma carne arredonda, com a gordura na cor amarelo-claro e carne com a coloração vermelho-claro. Pode ser feita com ou sem osso, sendo servida assada, frita ou grelhada. Um dos pratos famosos feito com essa parte do boi é o rosbife. 
Aproveitem as dicas!!

Beijocas.
15:18 Unknown
Oi, amigos.

Hoje, vamos falar sobre cada tipo de carne e quando deve ser utilizada.
Ás vezes a gente fica perdido com tanto tipo e não sabe que carne usar para fazer bife, assados, rosbifes e etc.
Nós mesmas já tivemos várias vezes essa dificuldade, o que é muito comum.
Por isso para facilitar o dia-a-dia nada melhor do que uma lista com as indicações mais adequadas e apetitosas para as variadas carnes.

  • Lagarto: parte da coxa do boi, de fibras longas. Utilizada para assados, rosbifes e ensopados de panela. No caso de assados pode rechear com cenoura ou linguiça dando mais sabor. Já cru e cortado em fatias finíssimas se transforma no famoso carpaccio.
  • Coxão duro: músculo grande, um pouco fibroso. Indicado para sopas, caldos, cozidos e ensopados ou para moer.
  • Coxão mole: músculo do interior da perna, arredondado, com fibras curtas e de consistência macia. Bom para assados, refogados e bifes enrolados.
  • Patinho: é localizada na parte inferior do boi. Indicado para assados, cozidos de panela, bolos de carne e almôndegas.
  • Alcatra: uma das carnes mais apreciadas. Tem a forma alongada e fibras semelhantes às do coxão mole. Usada principalmente para bifes, mas também é boa para assados, refogados e picadinhos.
  • Contrafilé: carne macia, de forma arredonda e com capa de gordura. Indicada para bifes, rosbifes, assados e picadinhos.
  • Filé mignon: localizado ao longo do dorso do animal. Muito macio. É ótimo para bifes, rosbifes e picadinhos.
  • Fraldinha: é a parede de carne que forra o abdômen, corte pequeno e de fibras longas. Menos macia vai bem em assados de panela e ensopados.
  • Acém: é a carne do lombo do boi e possui pedaço macio. Adequado para bifes de panela e ensopados.
  • Maminha: muito macia e suculenta. É recomendada para assar, grelhar ou fazer bifes.
  • Músculo: também chamado ossobuco quando vem acompanhado de osso. Boa opção para o preparo de sopas e caldos de carne e cozidos. 
  • Cupim: é localizado na corcova do boi-zebu. Contém fibras e gordura que se entrelaçam. Com um tempo longo de cozimento é muito usado em churrasco.
  • Picanha: localizada no traseiro, a carne possui uma manta de gordura que a cobre por inteiro, e que não deve ser tirada para assar. Já a parte de baixo é coberta por uma nervura prateada, em quase toda a sua extensão, e que deve ser retirada antes de a carne ir ao fogo. Pode ser assada no espeto ou na grelha e servida em bifes cortados.
  • Peito: está localizado na parte dianteira do boi. Devido a sua espessura, largura e formato é considerada a melhor parte do boi para preparar de forma enrolada com recheio. É utilizada em cozidos com longo tempo de cozimento e assados. Pode ser usado também como um tipo de frio temperado e em fatias finíssimas conhecido como pastrame. Dá origem também ao puchero, cozido tradicional na Argentina.
  • Rabo: possui diversos ossos recobertos com carne gordurosa. É muito utilizado em ensopados e carnes de panela, porém com cozimento longo. Além disso, é usado para fazer a rabada que é preparada com pedaços do rabo.
  • Pescoço: é a continuação do peito com fibras bem irrigadas de gordura. Ideal para ensopados, cozidos e picadinhos, mas exige longo tempo de cozimento.
  • Costela ou ponta de agulha: é uma carne fibrosa, cercada de osso e gordura. Devido a sua fibrosidade requer preparo lento podendo chegar a 12 horas no bafo da churrasqueira. É apropriada tanto para cozidos como para assados. 
  • Filé de bisteca: é a peça final da bisteca do contrafilé. Geralmente utilizado em cozidos e refogados, mas com cozimento longo.
  • Capa de filé: com espessa camada de gordura e grossa cartilagem que divide a peça. Muito usado em pratos com molho, ensopados e picadinhos.
  • Paleta e miolo de panela: a paleta é derivada da parte dianteira do boi e própria para cozidos, assados de panela e picadinhos. Já o miolo por ser mais macio e suculento é ótimo para assados.
  • Braço ou pá: é uma carne que demora para cozinhar. Possui gordura e mais músculo que o acém. É dividido em três partes: o miolo do braço, a parte central e o peixinho ou lagartinho-de-pá. São ideais para moer, fazer cozidos, assados, molhos e ensopados.
  • Aba do filé: Devido a quantidade de nervos é pouca utilizada, sendo mais encontrada na forma moída.  
  • Bisteca ou chuleta: é uma carne arredonda, com a gordura na cor amarelo-claro e carne com a coloração vermelho-claro. Pode ser feita com ou sem osso, sendo servida assada, frita ou grelhada. Um dos pratos famosos feito com essa parte do boi é o rosbife. 
Aproveitem as dicas!!

Beijocas.